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29/06/2010

Lançamentos Paulo Cezar Enxovais

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24/06/2010

Quarto da criança deve ter visual lúdico

Profissionais aconselham deixar o filho participar da decoração do espaço

Mais que um lugar para dormir, o quarto é o território individual da criança na casa. O espaço, portanto, deve ser decorado de acordo com as preferências e a personalidade dela. Por mais novo que seja, se seu filho já sabe se expressar, consulte-o antes de montar o quarto em que ele passará a infância.

Para a arquiteta Consuelo Jorge, responsável pelo espaço Loft do Bebê no evento Casa Cor de 2008, o que não pode faltar no quarto de uma criança é o caráter lúdico. “O quarto deve ser um lugar em que a criança possa se sentir no mundinho dela”, diz. Quanto ao quarto do bebê, também deve-se pensar nas facilidades para as mamães, que é provavelmente quem mais circulará por ali.



Dicas

Se o projeto de Consuelo parece ousado demais, o melhor então, no caso do quarto do bebê, é mesmo focar nas necessidades da mãe. O trocador, por exemplo, deve estar sempre perto do berço. Uma poltrona próxima ao berço facilita na hora de ninar a criança. Em qualquer idade, o ideal para o quarto da criança é a iluminação com dimmer, para acalmá-la na hora de dormir e respeitar um possível medo do escuro.

Tanto o bebê quanto a criança, precisam ter seus sentidos estimulados para se desenvolverem. Se o quarto é o lugar que mais freqüentam na casa, é lá que esses estímulos devem se concentrar. Música, odores, cores, formas, texturas, tudo isso contribui para que eles desempenhem mais conexões cerebrais e ganhem agilidade durante o crescimento.

Para crianças mais velhas, a tecnologia também tem esse papel. Embora deva ser sempre equilibrada com afeto, convívio e regras de “hora certa”, a presença do computador, da televisão ou do videogame ajudam a criança a perceber melhor o universo circundante. “Então tem que fazer com que esses ambientes que vão ser invadidos por tecnologia também possam contar com humanidade”, sintetiza Jéthero Cardoso de Miranda, coordenador e professor do curso de Design de Interiores da Faculdade Belas Artes de São Paulo.



Fonte: http://www.abril.com.br/noticia/estilo

23/06/2010

Decoração de Quartos - Dicas Para Decoração de Quartos

Não tem nada melhor que uma casa apartamento, ou escritório bem decorado. Depois de um cansativo dia de trabalho, é ótimo chegar em casa e ficar naquele ambiente decorado e aconchegante.

Muitas pessoas que constroem, ou reformam suas casas querem gastar dinheiro contratando um especialista em design de interiores, ou até mesmo não tem condições de pagar um. O mais correto nessas cituações é buscar na internet, em revistas, e até mesmo em outros ambientes, exemplos de decoração.

Se você quer ter uma casa ou apartamento com decoração moderna, as dicas são simples. Você deve ser minimalista, nos dias de hoje, não se enchem mais paredes com quadros de fotos, vasos, ou coisas parecidas como antigamente, seja minimalista.

Especialmente para os quartos, use tons mais claros, uma bela luminaria.

As dicas são simples, porém fazem a diferença na hora de você fazer a decoração do seu quarto.

Veja alguns exemplos de quartos decorados, e modernos.





20/06/2010

Nome pode influenciar no futuro do bebê, diz estudo

Nome incomum ou unissex pode trazer problemas para a criança no futuro

Escolher um nome do bebê é uma tarefa difícil para muitos pais e, não é à toa. De acordo com o estudo da Northwestern University, nos Estados Unidos, um nome pode ter um impacto profundo sobre a criança e repercutir muito na idade adulta. Segundo um dos pesquisadores do estudo, David Fiflio, os nomes das pessoas podem influenciar a forma como elas pensam em si mesmas e a forma como as pessoas pensam sobre elas.

Dar a seu filho menino recém-nascido um nome que soe feminino pode significar problemas de comportamento na vida adulta. E os nomes originais e incomuns podem trazer dificuldades também, como mostrou o estudo realizado com 3 mil pais. Um em cada cinco pais lamenta o nome que escolheu para o seu filho. Na pesquisa, os relatos mostravam que muitos deles estavam angustiados sobre os nomes incomuns ou de grafia estranha que tinham escolhido. E mesmo aqueles que não lamentaram explicitamente a escolha do nome, admitiram haver nomes que preferiam ter escolhido. O estudo foi encomendado pelo site britânico Bounty.com, que apresenta a lista dos nomes mais populares da história.

Os resultados da pesquisa mostraram que as crianças que tem nomes que servem tanto para meninas como para meninos são mais propensas a portar-se mal. Além disso, ao acompanhar os alunos de universidade, os pesquisadores descobriram que meninas com nomes mais femininos optam mais por cursos avançados de ciências humanas, já mulheres com nome unissex são mais propícias a escolher cursos de exatas.

A pesquisa mostrou também que há uma forte ligação entre gostar do nome e autoestima. Segundo outra pesquisadora do estudo, Jean Twenge, aqueles com alta autoestima geralmente gostam das letras que estão em seus nomes, especialmente a primeira letra, quando são submetidos a testes psicológicos de análise. Os cientistas disseram ainda que o nome pode ser um reflexo do estilo de vida dos pais. O pai que deseja que o filho se destaque socialmente e dá a sua criança um nome incomum, provavelmente terá um estilo parental que enfatiza a singularidade da criança, por exemplo.

Em geral, os pais acabam por perceber esses aspectos mais tarde. Como mostra o site Bounty, um quinto dos pais participantes do estudo desejavam ter escolhido um nome mais fácil de soletrar e um em cada 10 pensou que o nome escolhido foi inteligente no momento, mas disse que a novidade tinha se desgastado depois.

Como escolher o melhor nome?

Na hora de escolher o nome do seu bebê, você pode seguir alguns passos para não errar. Confira algumas dicas:

Consulte o significado: Há quem diga que o nome é como um talismã, capaz de determinar a sorte de quem o carrega. Acreditando ou não, sempre vale investigar o significado do nome antes de escolher, nem que seja para efeito de desempate entre os candidatos;

Rótulos prévios:
O nome pode sugerir a origem, o contexto cultural, a época e até o lugar em que a criança nasceu. Davi e Sara são pistas de uma ascendência judaica, por exemplo. Costume antigo, outros nomes lembram o mês em que o bebê nasceu, caso de Júlio (julho) e Augusto (agosto). Reflita sobre as marcas que você quer (ou não) que seu filhote carregue;

Cuidado com homenagens: Os artistas, atletas, líderes políticos e personagens de livros, novelas e filmes são sempre uma fonte de inspiração. Mas é preciso ter bom senso. No futuro, sua filha roqueira pode detestar o nome "Sandy";

Nem sempre é bom inovar: A originalidade é bem-vinda, mas sem exageros. A linha que separa o bonito do esquisito é muito sutil quando se trata de nomes inventados. Pense que o nome precisa sobreviver a décadas. Ou seja, daqui a 50 anos, seu filho vai continuar a carregá-lo, para bem ou mal.

Nome ou apelido: É da nossa cultura diminuir os nomes ou dar apelidos às pessoas. Leve isso em consideração também: um nome muito grande, complicado ou estranho talvez seja pouco usado, porque será mais fácil chamar pelo apelido. Pior quando o nome dá origem a apelidos nada bonitos. Pense em todas as possibilidades!

Fonte: www.minhavida.uol.com.br

19/06/2010

40% dos bebês têm distúrbios do sono

Os dados são alarmantes e servem para você prestar a atenção no comportamento de seu filho. Muitas vezes somos nós quem está agindo errado



Uma pesquisa despertou uma dúvida: por que 40% dos bebês até o segundo ano de vida sofrem com distúrbios do sono?

“Faz parte do desenvolvimento normal dos mecanismos do sono os despertares que, na maioria das vezes são fisiológicos, acontecem na transição dos estágios de sono mas que, para alguns pais são vistos como perturbadores. A criança de qualquer idade sempre vai acordar algumas vezes durante o sono, entretanto algumas expressam isto através de choro ou pedidos para serem atendidos enquanto outras desenvolvem um jeito para voltar a dormir sem a necessidade de ajuda de outra pessoa”, explica a neuropediatra Márcia Lurdes de Cacia Pradella Hallinan, coordenadora do Setor de Crianças e Adolescentes do Instituto do Sono e professora da Disciplina de Medicina e Biologia do Sono da Unifesp.

O estudo vai mais além ainda e diz que 30% das crianças maiores também sofrem com o problema. E a consequência de uma noite mal dormida para os pequenos prejudica o crescimento, a capacidade de aprendizado e de atenção influenciando drasticamente em seu comportamento. Isso sem contar que o sono é um termômetro para saber se o bebê não está doente. Noites bem dormidas significam que tudo está bem.

Para ajudar

E como os pais devem agir nestes casos? “A partir do quarto ou quinto mês de vida, pode-se iniciar um ritual de dormir que deve durar em torno de 15 minutos”, explica a neuropediatra.

Neste momento, cabe aos pais criar um ambiente propício para o sono utilizando atividades calmas, cantos, cafunés e até mesmo oferecer um amiguinho (por exemplo um ursinho de pelúcia) para o bebê aprender a acariciar e manipular como forma de se acalmar.

Beijos de boa noite são bem vindos também para selar o final daquele período a início do sono. “Este é o passo mais importante para ensinar o bebê a dormir e a voltar a dormir quando acordar no meio da noite, e sozinho”, comenta a especialista.

E a chupeta?

“Ela pode ser usada como objeto que acalma a criança porque o reflexo de sugar é bastante forte nos bebês pequenos e naturalmente a criança se acalma sugando a chupeta. A função é a mesma do objeto de transição (o amiguinho de dormir ou cobertorzinho ou fraldinha, etc)”, diz Márcia Lurdes de Cacia Pradella Hallinan.

Mas caso o bebê não queira pegar a chupeta, e isso não fizer falta para o pequeno, os pais não devem forçar. “Ele costuma deixar a chupeta espontaneamente substituindo-a pelo amiguinho de dormir. Caso isto não ocorra, não estimule seu uso e tente trocá-la por um amiguinho mais interessante.”

Já os mais crescidinhos

Crianças em idade pré-escolar também têm o distúrbio do sono. Neste caso, você pode continuar a seguir o ritual dos bebês, mas ligeiramente modificado em função da idade. Experimente contar histórias, ver livros com fotos.

Nesta idade a disciplina com horários regulares para dormir é fundamental para a manutenção de um período de sono adequado”, acrescenta a neuropediatra.

Cabe aos pais também usarem sempre exemplos e fatos positivos em relação ao sono, como: você precisa descansar bastante para amanhã brincar, para crescer e para aprender coisas novas.

É importante também colocar limites no comportamento de seus filhos – inclusive na hora de ir para a cama. Determinar horário de dormir, deixar os filhos assistir tevê até certo horário, fazer a última refeição em horário certo são alguns pontos a ser observados e respeitados.

Criança sem limites ou com limites imprevisíveis se recusa a ficar pronto para dormir, não ir para a cama, além de fazer pedidos diversos como: tenho sede, quero ir ao banheiro, me dá mais um beijo de boa noite? E não é isso que você quer, né?


Fonte: www.materlife.com.br